No final...correrá tudo bem

Temos que começar pelo básico, os cantos. Sem termos os cantos a terefa é mesmo muito árdua...é essêncial para poder começar a construir o puzzle. Depois tenta-se unir os cantos fazendo uma moldura. Enquadramos a imagem e vamos construindo o miolo a partir daí.
No início estamos excitados e as peças vão surgindo. Há entusiasmo, há votade e muitos sítios por onde ir pegando e montando. A figura vai-se constituindo, a parte mais fácil é feita sem problemas.
Com o passar do tempo o ânimo vai decrescendo, a concentração dispersa-se e vamos passando menos tempo de volta do puzzle. Vamos pondo uma peça ou outra mas como começa a ser mais trabalhoso vamos baixando os braços. A certa altura só apetece mandar o puzzle ao ar, voltar a arrumá-lo e fazer outro puzzle qualquer, outra coisa qualquer. Praguejamos e juramos que já procurámos 10 vezes as peças necessárias mas elas teimam em não aparecer, não existem...o puzzle não pode ser acabado.
Mas se acharmos que o puzzle vale a pena, que a imagem é bonita, que gostamos do puzzle e que, apesar de ser dificil, o puzzle dá prazer de fazer...então não baixamos os braços. Insistimos e, finalmente, encontraremos a tal peça que faltava e parecia desaparecida! De repente, parece que surgem todas de seguida e os buracos vão diminuindo...o entusiasmo volta e, entretanto, já tinhamos montado algumas peças de lado por isso basta agarrar nesse conjunto e juntá-lo à moldura. Finalmente começa-se a compor, a ganhar vida e a emoção volta!
É um puzzle dificil, as peças estão meias escondidas...mas tem-nas todas e por isso pode ser feito.
E o resultado final...ainda é mais bonito do que a imagem da caixa.